Oi Shining
Diario de Bordo
Tivemos a nossa primeira reunião. Foi bem numa fresta do tempo, numa passagem da Giovanna pela cidade, poucas horas antes da Mari partir para o Capão. A Flor parou o mundo e a Lu perdeu a van para um ensaio fora a da cidade por causa de um resfriado. Eu achei que a Giovana ficaria deslocada de descer do avião e cair no meio da matrix então resovi buscá-la em casa (teria sido mais cinematográfico no aeroporto). A Dani trouxe consigo o foco e uma musica ancestral da América pré colombiana que protege a criação da natureza feminine das invasões naturais da masculina. A sala que a Mari arranjou pro encontro era delicada e tinha na parede pinturas de 6 deusas desvairadas. Reparei que também eramos seis, só que seis mortais abusando da loucura controlada. Enquanto cantávamos, tambores externos invadiram o ambiente e a musica provou sua medicina.
(a musica está logo abaixo)
O Filme
Contei pra elas da idéia de Roteiro Vivo. Essa é a inovação na linguagem e o nosso desafio principal. O que significa ter uma Xamã lidando com vidas reais dentro de um mundo imaginário e não menos real? As meninas chamaram de mitologia pessoal.
Animais de poder
Essa é a pegada. Todas concordaram que os animais de poder são personagens das histórias e foram cojitados para serem os links na transição entre uma história e outra.
como se comporta o animal no dia a dia?
Trilha Sonora
De animais, sons da natreza, ruidos, eu tentei correr de mim…
Gênero
Humor com certeza… tudo é uma grande brincadeira. Dram porque onde tem amor tem drama.
Escorregada
Essa idéia partiu de uma das peças da Lu? (filmar isso) Mas é uma opção interessante de efeito, ou seja: o pensamento de uma vaza na cena da outra.
O que a gente realmente pensa em situações limite? Qual a diferença de ser uma sacerdotiza?
Homens
Como tudo nasce do profundo feminine começamos assim. Mas em algum momento vamos trazer os homens! Os nomes são Saru, Charles, Junior, e..?
Forum
Acho que um dos pontos fortes da reunião foi a persepção de que sim, elas aplicam os ensinamentos no dia-a-dia. Histórias muito boas surgiram nessa conversa. Verdadeiras cenas prontas. A maioria em contaposição á vida na matrix.
Dani sofre um sequestro relâmpago. Ela está com o tambor na mão. Seu carro é um altar montado com 115 cd’s de xamanismo originais, talismãs, talking stick, etc… Eles a levam para o meio do nada. Ela escolhe “morrer com amor”, essa decisão faz com que seja apenas abandonada (no meio do nada) com 2 reais para o onibus. O assaltante pede para que ela reze por sua filha. Ela vê o seu carro sumindo no horizonte. (o diálogo é muito bom)
Gravaçao dessa parte
O amor e o medo?
Desapego é uma escolha, mesmo que á contra vontade. O desapego está em que lugar na roda?
Flor não consegue meditar por causa de um assuntinho. Até que a cigarra interrompe com um canto mais alto que o assutinho dela. Na sequencia entram a banda de sapos e o que eles dizem? Let it go..let it go….
Sinais?
Obs: aqui desperta varias cenas de mente não presente, como quando fazemos uma roda e nossa cabeça está de auto sabotagem.
Lu representa o cara chegando no topo do Everest, aquela alegria intensa que vai caindo aos poucos para o vazio total.
O que acontece quando chegamos no topo?
Mari está dentro de um vagão lotado do metrô. Em seu pensamento está na sauna. Um pensamento escorrega: “sera que eu sou um com todas essas pessoas?” a porta do vagão abre ela sai aliviada. “para todas as minhas relações”.
Como a gente cria outra realidade dentro da nossa?
Obs: Aqui surge a relação entre caminho vermelho e a linha vermelha do metrô.
Acho que o negócio é juntar essas cenas e outras que vão vir. Podemos relatar nossas próprias histórias ou narrar umas das outras. Agora é ir cultivando experiências!!! e ir encaixando com a história do coyote e do movimento das rodas. Como um puzzle. O verdadeiro Roteiro Vivo.
Representação das rodas (brain)
Como representar a roda?
Como inentar essa roda?
Roda no céu
Carrocel com animais de poder?
Pensar nessa estética… encontrar as manifestaçoes de roda
Circo de poder
Várias rodas. Imagens de rodas. Da evoluçao das rodas.
Samba de roda, cantigas de roda, saia rodada…
A invensão da roda. Liberdade no trabalho.
Brain Sinais
Desvendando os sinais.
Sinais na cidade
Subconsiente em grafites
Placas, adesivos
Gestos inesperado
Intervenções na cidade
Diário de bordo.
Foi um encontro intenso que durou até as duas da manhã. Deixei a Giovanna e na sequencia a Lu Loba e seguina marginal pinheiros chegando até a tietê e quase pegando uma estradas, esquivando de cada uma delas. Saí do paraíso para uma situacão de limite em minutos, estava perdida, com sono, olhos grudados, vidro embaçado no pior lugar do mundo e indo cada vez mais longe de casa… Eu pensava, porque não tenho um GPS? Lembrei do movimento beat pra relaxar no desconhecido conhecido Hey baby, Take a walk on the wild side!!!
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